Processo de aprendizado declarativo desenvolvido pelo Number One

***Rodolfo Iglesisas - neurocientista, PHD em neurociência pelo Albert Einstein College of Medicine, NY

Você se lembra do que comeu no café da manhã de hoje? Se a imagem de um grande prato de ovos fritos e bacon surgiu na sua mente, você não a pescou de algum corredor neural fora de rumo. Em vez disso, essa memória foi o resultado de um poder construtivo incrivelmente complexo (uma capacidade que cada um de nós possui) que reorganizou impressões de memória dispersas, a partir de um padrão de células distribuídas em todo o cérebro parecido com uma rede.



A armazenagem deste processo (lembrança) pode ser declarativa e não-declarativa. A grande maioria de nossas memórias vindas de aprendizado são declarativas. Uma memória declarativa é aquela espalhada pelo cérebro, onde um processo leva a ativarmos a lembrança de outro e assim por diante. Existe também a memória não declarativa, normalmente iniciada no hipocampos e também espalhada pelo cérebro, e relacionada somente a sentimentos e vivencias pessoais.



Sua memória é formada por um grupo de sistemas em que cada um tem um papel diferente na criação, no armazenamento e na lembrança dessas memórias. As informações recebidas pelos nosso receptores perceptivos são interpretadas por diferentes regiões no nosso cérebro. O sistema visual manda as informações para a parte posterior do cérebro, que é chamado de lobo occipital. Os receptores responsáveis pelo tato, mandam as informações para regiões medianas distribuídas entre o lobo parietal e temporal. E qualquer raciocino rápido ou imaginativo é armazenado em regiões anteriores do cérebro. O método de ensino de línguas criado pelo Number One trabalha exatamente nos processos que levam a formação da memória, utilizando todos os estímulos auditivos, visuais, perceptivos e cognitivos que trabalham perfeitamente em conjunto para fornecer um pensamento coeso e de aprendizado.



O que parece ser uma única memória é, na verdade, uma construção complexa. Se pensar em um objeto - digamos, uma caneta - o cérebro lembra do nome do objeto, seu formato, sua função, o som que faz quando desliza sobre o papel. Cada parte da memória do que é uma "caneta" vem de uma região diferente do cérebro e estão todas interligadas. A imagem inteira, dessa uma caneta, é ativamente reconstruída pela reação em cadeia que leva a ativação de todas as áreas relacionadas com o objeto. Foi a partir desde princípio que o método de ensino de inglês do Number One foi criado. Os alunos do Number One não recebem somente a informação do nome e objeto, mas sim uma implantação de lembranças cognitivas para que o nome e objeto sejam lembrados por inúmeras vias de processos neuronais. Isso torna o aprendizado único e diferenciado em relação aos métodos repetitivos utilizados anteriormente nas outras escolas de Inglês.